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| Imagem criada por IA |
A Baía da Traição, na Paraíba, é uma cidade agradável, com uma praia de grande beleza natural. No entanto, essa paisagem esconde uma realidade preocupante: a ausência de acessibilidade à praia para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Não há rampas, passarelas acessíveis ou qualquer estrutura que garanta o direito básico de acesso ao lazer. Essa omissão já representa violação da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).
A situação se torna ainda mais grave quando, ano após ano, o presépio natalino é instalado exatamente sobre a única vaga reservada para pessoas com deficiência na Prainha, mesmo existindo outros espaços próximos e disponíveis. Trata-se de uma prática reiterada que transmite uma mensagem clara: o direito da pessoa com deficiência não é prioridade.
Capacitismo não é tradição cultural nem detalhe administrativo. É exclusão institucionalizada. Uma cidade turística só pode se considerar acolhedora quando garante acesso a todos.
Acessibilidade não é favor.
É dever legal.

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