O anúncio de um reajuste de apenas 0,37% no piso salarial do magistério em 2026 não é apenas um número frio. É um alerta vermelho que ecoa em cada sala de aula, em cada escola pública, em cada comunidade que depende da educação como caminho de transformação social.
Este índice ínfimo revela a contradição entre o discurso de valorização e a prática da desvalorização. A Lei 11.738/2008 foi criada para garantir dignidade e reconhecimento aos professores, mas o reajuste atual mostra que o compromisso com a valorização está sendo abandonado.
Professores em alerta, sociedade em risco
- Quando o magistério é desvalorizado, toda a educação sofre.
- Quando o salário não acompanha a inflação, o professor perde poder de compra e dignidade.
- Quando o Estado ignora a importância do magistério, compromete o futuro das crianças e jovens.
O reajuste de 0,37% não é apenas insuficiente: é um sinal de descaso com a profissão que sustenta a democracia e a cidadania.
Este é um chamado à mobilização
Não podemos aceitar que a educação seja tratada como gasto a ser cortado.
Não podemos aceitar que professores sejam condenados à sobrevivência indigna.
Não podemos aceitar que a lei seja esvaziada de seu verdadeiro espírito de valorização.
Este reajuste é um alerta. E todo alerta exige reação.
Nossa luta é pela valorização real
- Piso salarial que acompanhe a inflação e garanta ganhos reais.
- Carreira estruturada, com progressão justa e reconhecimento.
- Condições de trabalho dignas, porque não há educação de qualidade sem respeito ao professor.
O reajuste de 0,37% em 2026 é um grito de alerta: sem valorização do magistério, não há futuro para a educação.
Cabe a nós, professores, estudantes, famílias e sociedade, transformar esse alerta em mobilização.
Porque sem valorização do magistério não há inclusão, não há democracia, não há Brasil justo!










